Neste meu espaço aberto, está exposto um livro incompleto......

04
Jul 09

Há poucas horas atrás, falando de viva voz, com um amigo abordámos o tema que dá o titúlo a este post.

Criamos "fantasmas" dentro de nós, perante situações muito variadas. São os "fantasmas" que nos assolam o pensamento, inibindo o raciocínio lógico e fazendo-nos centrar quase em exclisividade nestes.

E não é fácil libertarmo-nos dessas imagens que atingem proporções de grandeza tal, que algumas nem o tempo conseguirá alguma vez limpar do subconsciente, e vão estar sempre presentes na nossa mente e ao menor estimúlo desencadeiam actos, palavras e um turbilhão de outra coisas.

Alguns de nós recorrem à terapia como forma de ajuda para "limpeza". Nada a criticar, é claro

Outros recorrem à meditação, ao isolamento, tentando encontrar dentro de si o ponto de equilíbrio, aquele "não sei o quê" que todos temos em formato exclusivo e único. Da rapidez com que se encontre esse "não sei o quê" depende a forma como nos libertaremos dos nossos "fantasmas". 

Pensamos que com o passar dos anos, com as vivências e experiências, nossas e de outros, adquirir um conhecimento de nós próprios e com extrema facilidade dizemos ou pensamos que temos o controlo de quase todas as situações observadas e afirmamos " se fosse comigo era assim que faria".

O problema residirá no facto de quando elas nos dizem directamente respeito. Aì "outro galo cantará",  o nosso,  e se pensámos que tinhamos a solução, perante contingência semelhante, mas na "casa/carola" de outrém, não é tão certo que seja aplicável na nossa, não de forma tão linear.

Cada um tem que se libetar dos seus "fantasmas" ou não os deixar tomar forma sequer, ou sujeita-se a processos dolorosos de "libertação" para a vida. 

 

(in "minha carola" - JP) -to JE         

publicado por noitesemfim às 02:12

É fácil, diria, fazer a gestão desta ou daquela situação, quando estamos por fora...
O duro é quando o assunto nos diz directamente respeito...
Libertarmo-nos do passado não é fácil, acima de tudo, se foi um passado significante...

Noite serena

Xi-kor
Margarida
MIGUXA a 6 de Julho de 2009 às 00:55

Olá Margarida, nunca se fecha a porta ao passado, não nunca completamente .
O quão significante o passado é para cada um de nós tem a ver com o cada um È.
Sei que sabes isso e até mais, e o que tu sabes, interpretas à tua própria maneira e muito bem.
Ah, mas e o que eu sei? Por vezes digo a mim próprio que "só sei que nada sei"
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Olá Margarida, nunca se fecha a porta ao passado, não nunca completamente . <BR>O quão significante o passado é para cada um de nós tem a ver com o cada um È. <BR>Sei que sabes isso e até mais, e o que tu sabes, interpretas à tua própria maneira e muito bem. <BR>Ah, mas e o que eu sei? Por vezes digo a mim próprio que "só sei que nada sei" <BR><BR class=incorrect name="incorrect" <a>Bj</A>
noitesemfim a 6 de Julho de 2009 às 01:12

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