Neste meu espaço aberto, está exposto um livro incompleto......

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Jul 09

 

 

 

 

Medir o tempo nem sempre será estarmos-nos a referir aos segundos que fazem o minuto ou aos minutos que decorrem numa hora ou às horas que soma um dia e por ai adiante.

Refiro-me à subjectividade que acontecimentos ocorridos em determinada data, emprestam à marcha do tempo.

Decorrem hoje 30 dias ou um mês, como preferirmos, que foi depositado na terra o corpo daquela que me deu o ser.

Este espaço de tempo que o calendário define, é o real, aquele durante o qual já não me foi possivel olhá-la, contemplá-la mesmo. E refiro apenas estes dois contextos, porque a enfermidade de que foi vítima por quase uma década não lhe permitia a ela saber quem era nem onde estava a não ser a espaços muito diminutos.

No entanto para mim a minha mãe estava ali, podia tocar-lhe, chamá-la, rir mesmo para ela.

Agora resta-me a recordação da sua doçura, e tantas outras e incontaveis boas recordações.

E na certeza de que um dia nos reencontraremos digo:

Que descanses em paz mãe. 

 

publicado por noitesemfim às 14:29

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