Neste meu espaço aberto, está exposto um livro incompleto......

20
Jun 09

Quando o nosso mundo desaba é na lenta agonia dos dias que demoram como séculos a passar,  revisitar o passado, é prática comum a qualquer de nós.

Procuramos as boas e as más recordações. Perante as boas sorrimos, tentando reviver o momento. Quando enfrentamos - na memória, claro - as más temos a tendência a procurar a explicação, descobrir a destempo  as causas que levaram a tais efeitos.

Eu, como qualquer dos "amigos", "adicionados" ou "adicionaram-me" reajo e comento "causas" aqui expostas.

Perante as memórias dos momentos de felicidade dos "escritores", congratulo-me com as "boas novas" e por aqui nos blogs, há realmente quem saiba escrever.

Perante casos expostos sobre momentos menos bons, sentimentos, desilusões lamento-os e incentivo à luta.

Há porém relexões, declarações de intenção que me merecem especial atenção e que de uma forma velada ou não comento, remetendo-me ao silêncio ou volto ao blog inteiro e se ele tem história, tempo, procuro analisá-la e como qualquer outro "bloguista" faço então o meu comentário.

Talvez por ser "novo" nestas andanças não tenha já relacionado quem conhece quem, embora me pareça que há-de haver quem conheça quem, por via da profissão ou do passa palavra, ou do contacto directo. Perante esses casos não tenho qualquer dúvida de que os comentários tipo: estás mal, muda, força, etc., serão emitidos com conhecimento da causa e logo cada um profere o seu juizo de forma racional.

Há no entanto alguns "amigos" ou dos outros, que sempre incentivam à mudança com comentários tipo " faz o que é melhor para TI, és TU que escolhes. 

Se não temos conhecimento profundo do assunto podemos estar a indicar um caminho que outras formas pode ter do que aquela que parece ser no momento, embora não seja cert que o encorajamento aqui deixado não tenha obrigatóriamente força de lei.

Não possuo qualquer doutoramento seja ele em psicologia, em direito ou noutro daqueles que dão direito ao canudo. O meu "doutoramento" é o que resulta da vida vivida, do trabalho como ganha pão. Sem modéstia sou um bom profissional, bom pai, amo os meus filhos, era um bom marido, amo a minha mulher e até sou uma boa pessoa.

Então para que não restem dúvidas quanto ao que escrevo e que mais não é do que uma dúvida, solicito iluminação a quem ler, sobre o facto de quase sempre afirmarmos que a individualidade é mais importante que o colectivo e que a mudança é sempre necesária pese embora o facto de ela acontecer ao ser humano desde o momento em que é gerado, como se isso não bastasse.

Não sou avesso à mudança, mas não a qualquer preço e muito menos por razões de egoismo e egocentrismo e muito menos por inveja. Essa é abominável.

          


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