Neste meu espaço aberto, está exposto um livro incompleto......

31
Jul 09

 

 

 

Dos teus ombros desviei lentamente
A brancura fresca e alva do lençol
Teus encantos mirei serenamente
Fez-se calor e luz, nasceu o sol
 
Olhei a roupa no chão espalhada
Da tempestade, do vendaval e desejo
Resíduos de ternura atormentada
Que outrora foi e agora desejo
 
Lentamente, me visto, me cubro
Restos dessas noites recordo
Miragens de ti, de nós vislumbro
Antes de à porta sair, eu coro
publicado por noitesemfim às 14:56

As palavras revoltas
Na ansiedade da ausência
Como tempestade apertada no nó do peito
Trabalham a alma em espirais eternas
Contra o que próprio Tempo quer.
O corpo suporta
O barro anímico
Ao qual dás a essência tranquila
Em forma de outra vida
Nascida por entre hábeis dedos escultores.

Luísa
Anónimo a 31 de Julho de 2009 às 17:16

A palavra que usaste em maiúscula, Tempo, é onde reside o segredo de tudo.

Ficamos, por tempo indefinido até que nos libertamos das grilhetas que nós próprios tantas vezes criamos.
noitesemfim a 1 de Agosto de 2009 às 16:04


Lentamente te vestes e olhas o tempo que passou,

abres a porta , olhas o mundo do exterior

e lentamente sais
e deixas o teu amor,
como passado
que passou!

E alguma coisa, ou muito, deixou!

Mª. Luísa
M.Luísa Adães a 1 de Agosto de 2009 às 09:54

"Deixou" ,é esta a palavra que define todo o sentido daquilo que escrevi.

Obrigado pela visita

Cumprimentos



Ainde bem que "Deixou"...

Com amizade,

Maria Luísa

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